Why Habits: O que Aprendi Sobre Hábitos com James Clear

Paula Trombini

Durante todo o mês de abril, as colunistas abordaram vários tópicos por conta dessa pergunta do milhão. Temas como: hábito ou obsessão, hábitos de leitura, hábitos sustentáveis, skin care e vários outros, estão recheando as páginas do Lolla.

Mas afinal, Why Habits?

Bom, primeiro quero deixar claro que eu não sou nenhuma especialista no assunto, muito pelo contrário, sou uma pessoa que está sempre tentando criar e manter bons hábitos, mas me empolgo tanto com a vida que sou a primeira a furar todos eles.

Coincidência ou não, nesse mesmo mês, eu ganhei de uma grande amiga o livro “Atomic Habits” do James Clear. Pra ser sincera, o livro não mudou a minha vida. Acho que no fundo, todos nós sabemos a importância de colecionar bons hábitos. Mas sem dúvidas me trouxe muitos insights e justificativas para me fazer NÃO quebrar as minhas regras quase sempre.

 

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A parte que mais mexeu comigo, é quando o autor fala em ver o hábito como um valor e não uma ação.  O hábito precisa se tornar parte da nossa identidade. Sabe aquilo que você diz com orgulho o que você é? É resultado de um conjunto de hábitos.  Quando temos orgulho de algo que conquistamos, desenvolvemos todos os tipos de ferramentas para manter essa conquista. Isso se torna parte de nós, de quem somos. Existe uma pressão interna pra continuar sendo aquilo que nos traz esse sentimento de orgulho. Sem peso e sem esforço. Eu achei essa linha de pensamento fantástica.

Me usando como exemplo, eu não sou uma pessoa organizada e arrumar qualquer coisa pra mim é sinônimo de tortura. Em compensação, se tem algo na minha personalidade que me orgulho bastante é a capacidade de manter as amizades. Sem eu nem sentir, mimo meus amigos com o maior prazer do mundo. Falando nisso, seguindo essa mesma linha de raciocínio, nunca mais vou reclamar de alguns amigos meus que não tratam a amizade como eu, para eles isso deve ser torturante.

A importância do começo

Quem aqui aprendeu a dirigir em carro de marcha? Lembra da tensão que é no início? Teorias mil. Depois, você nem percebe mais e já está pegando estrada ouvindo música. Como tudo nessa vida, o começo é sempre mais difícil. Depois que torna automático a coisa funciona sem pensar. O objetivo aqui nunca foi trocar a marcha, mas se tornar motorista. BINGO! E isso, serve para todos os outros objetivos.

Os bons hábitos são importantes. E segundo James Clear, não adianta pensar grande nesse caso. Precisamos começar pequeno, com pequenas e possíveis mudanças. É só assim que veremos grandes resultados. Paciência e persistência são palavras de ordem.

“Quando você acredita que você é aquilo, você se torna aquilo” –  Eu sei que essa premissa abre um leque de discussões. Mas a minha conclusão aqui é que sem dúvidas o poder que temos de transformar, criar ou deletar os nossos hábitos é o nosso maior super poder e é bem isso que nos leva aonde queremos chegar.

 

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