Screen Shot 2021 08 08 at 11.07.49 e1628413565488 - The OLYMPICS Edit No. 02: Girl Power em Tóquio

Na segunda edição do nosso roundup olímpico, as mulheres continuam dando o que falar em Tóquio e nos enchendo de orgulho! Do your thing girls! 

 

We like SHINY THINGS

Mulheres brasileiras batem recorde de medalhas e ouros em Tóquio.

 

MULHERES NA HISTÓRIA

A primeira medalha do tênis brasileiro na história das Olimpíadas é de Luisa Stefani e Laura Pigossi.

 

GOLD GOLD GOLD 

Ana Marcela é considerada uma maiores nadadoras de águas abertas do mundo e levou o ouro em Tóquio.

 

DANCE, no matter where

“Às vezes, o que fazemos parece com um balé”. As brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze conquistam o ouro na vela e se tornam bicampeãs olímpicas.

 

Fight like a GIRL

Bia Ferreira leva o Brasil para a final de boxe feminino. Será que vem ouro por ai?!

 

Don’t GIVE UP

Mulheres do Vôlei vencem as russas e estão na semi final. Que time, que orgulho! O próximo jogo será contra a Coreia do Sul hoje, sexta-feira, às 9h, stay tuned!

Outra curiosidade, a jogadora Carol Gattaz participa da sua primeira olimpíadas com 40 anos, o que confirma o que a gente já vem falando aqui, idade não importa! Trust yourself e continue seguindo seus sonhos.

 

Age DOES NOT MATTER

Falando em idade, a ginasta do Uzbequistão, Oksana Chusovitina é a atleta mais velha que participa da modalidade, com 46 anos. Ela encerra sua carreira em Tóquio, depois de 8 Olimpíadas (isso mesmo, recorde mundial), duas medalhas, e muitos aplausos.

Já a chinesa Quan Hongchan, de apenas 14 anos, ganhou o ouro em saltos ornamentais, com 24 notas 10.

 

You Make us PROUD!

A brasileira Erica Sena estava perto de conseguir o bronze na marcha atlética e acabou levando uma punição que a colocou em 11 lugar. Acontece, não são só as vitórias que precisamos lembrar e celebrar, a caminhada e toda a preparação e esforço para estar em Tóquio competindo também devem ser aplaudidas.

 

FREE Speech for Women NOW

Não sei vocês, mas nós do Lolla estamos acompanhando de perto o caso da corredora de Belarus, Krystsina Tsimanouskaya, que foi forçada a abandonar a competição depois de criticar a comissão técnica do seu país.

Segundo a comissão técnica de Belarus, país considerado como a última ditadura da Europa, a atleta foi retirada da competição pelo seu estado emocional e psicológico. Hum, we know this story. 

O caso está dando o que falar, Krystsina pediu ajuda do Comitê Olímpico Internacional para não ser extraditada do Japão e conseguiu ir para a Polônia, onde recebeu asilo humanitário.

 

 

Confira aqui as notícias da semana passada: The Olympics Edit: Girl Power em Tóquio

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