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TGIF Reading List: 5 ARTIGOS que a Cami Cilento amou nesta Semana

Camila Cilento

Recentemente eu tinha contado que raramente leio livros de auto-ajuda ou livros práticos. Quando a leitura é mais longa, algo para o qual preciso dedicar o meu tempo livre, prefiro me comprometer com histórias. Sejam elas reais – biografias – ou ficção, adoro poder me colocar em uma história ou realidade diferente da minha e aprendo demais com isso. Mas agora vem a confissão: para leituras curtas eu adoro um artigo prático ou de auto-ajuda. Não é interessante? Essa semana então eu resolvi fazer uma referência circular entre histórias reais e auto-ajuda. O que existe de comum entre os artigos dessa semana é que em todos eu aprendi algo, todos foram de certa forma práticos e de cada um tirei ao menos alguma lição. Encontrei algo que posso levar para o meu futuro, algo que vou usar de referência, algo que vai além do interessante.

1. “How to Age Gracefully”, Jane E. Brody para o NYTimes: eu falei muito sobre envelhecimento no IG (nos meus destaques tem salvo) e esse artigo é de uma certa forma brilhante. Quando a gente fala de envelhecimento, no geral, o ligamos logo à perda da beleza da juventude. No entanto quando falei do assunto teve um comentário em especial ficou na minha mente sobre uma pessoa que me disse que a maior preocupação dela era estar bem fisicamente e mentalmente para acompanhar o crescimento dos netos. E esse artigo me fez pensar exatamente nisso.

2.“So you’ve been canceled: A Yom Kippur Atonement Guide”, David Wolpe para o NYTimes: a Rosa (editora chefe e founder do The Lolla) dividiu essa semana sobre a sua religião e como ela adotou e construiu o judaísmo em sua vida. Por coincidência eu tinha guardado esse artigo aqui que fala sobre perdão, arrependimento e o feriado judaico importantíssimo que aconteceu nessa semana.

3. “The Thing That Has Really Made Me Tough”, Venus Williams para o NYTimes: acho muito interessante o quanto que o tema saúde mental tem estado nos holofotes do esporte ultimamente. Sempre tive uma admiração enorme por quem escolhe o esporte como carreira. Pensamos muito no desempenho físico de um atleta e na sua disciplina ao treinar e na sua dedicação à performance, e muitas vezes esquecemos que eles não são máquinas. Por isso acho extremamente importante que eles falem mais sobre como as exigências emocionais de suas carreiras pesam e sobre o quanto elas são tão importantes quanto as exigências físicas. E nesse artigo a tenista Vênus Williams fala exatamente sobre isso.

4. “A.O.C.’s Met Gala Dress Triggered Strong Reactions”, Annie Karni para o NYTimes: eu não ia passar por essa semana sem colocar ao menos um artigo sobre o Baile do Met. Mais que uma festa à fantasia, o red carpet do Met Gala virou o palanque escolhido por convidados para expressar suas opiniões, vide as roupas escolhidas por celebridades como a atriz Cara Delevingne, a senadora Carolyn B. Maloney, a atleta Megan Rapinoe, entre outras. Mas quem realmente roubou as manchetes no dia seguinte foi a deputada Alexandria Ocasio-Cortez. Ela escolheu um dos eventos mais exclusivos da temporada para levantar a sua bandeira política com um vestido super polêmico e as críticas no dia seguinte vieram de todos os lados, desde os de direita até os de esquerda. Fiquei pensando muito sobre como a nossa mensagem pode não ter o efeito escolhido e me fez refletir sobre como a mensagem pode se perder no meio dos holofotes ou dos mega bytes das mídias sociais. Esse artigo narra um pouco as reações ao vestido da deputada. Se o palanque foi apropriado ou não eu não sei, mas se tem uma coisa que estou certa é que no dia seguinte estávamos todos discutindo os benditos impostos. Sabe o que dizem né? Existem apenas duas coisas certas na vida: a morte e os impostos.

5. “Meet the Next Unicorn of Tennis: Emma Raducanu Inc., Therese Raphael para Bloomberg News: Eu vou fechar a semana com mais um artigo que envolve esportes porque ele me fez pensar demais sobre profissionais que conseguem mudar o cenário de tudo o que está ao seu redor. Achei interessantíssimo o que essa jornalista escreveu sobre ser um “unicórnio” e fiquei pensando em como o conceito de aplica à todas as carreiras.

 

TGIF e boa leitura ❥

Cami Cilento

Ps: Eu acredito que para consumir bons editoriais e o trabalho tão interessante de tantos escritores devemos assinar os jornais, revistas e publicações que nos interessam. O trabalho deles tem um valor imenso e se queremos continuar lendo o que eles produzem nada mais justo do que pagarmos pelas assinaturas. Algumas publicações são mais liberais em relação ao conteúdo publicado online do que outras, permitindo que um número maior de artigos por mês seja acessado de forma gratuita, mas esses limites variam. Cabe a cada um saber qual informação tem valor para si e assinar aquelas que são mais relevantes.

 

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